domingo, 17 de dezembro de 2017
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Vereadora ressalta a importância da comemoração do Dia Mundial de Conscientização sobre a EPILEPSIA

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Hoje, em seu pronunciamento no Plenário da CMBH, a Vereadora Elaine Matozinhos ressaltou a importância do “Purple Day”, o Dia Mundial de Conscientização sobre a Epilepsia, comemorado no dia 26 de março.

A comemoração do Purple Day é importante, pois é o marco de um movimento que leva informação, desmistificando a doença e demonstrando para os pais, pacientes e toda a sociedade, que a epilepsia tem tratamento, e que a maioria de seus portadores pode ter uma vida normal, não se justificando nenhum tipo de limitação ou preconceito em relação aos seus portadores.

Em janeiro deste ano, entrou em vigor a Lei nº 10.791, que criou o Programa de Atenção à Saúde de Pessoas com Epilepsia de Belo Horizonte – Paspe-BH, lei essa de autoria da Vereadora que representa uma significativa conquista para os portadores de epilepsia e seus familiares.

Segundo essa Lei, constituem princípios do Paspe-BH, o atendimento integral ao paciente epilético; a universalidade; a equidade; a participação social; a prevenção, recuperação e promoção da saúde; a continuidade terapêutica; e, a publicidade, permitindo assim que a população tenha mais contato e informações sobre a doença, garantindo aos portadores uma vida mais digna e integrada à sociedade.

A escassez de serviços profissionais especializados, além da segregação e do preconceito, causados pela falta de conhecimento são os principais fatores que contribuem para que os portadores de epilepsia sejam impedidos de levar uma vida normal e com crises controladas.

Além dessa lei, a Vereadora protocolizou a Indicação nº 223/2014, a ser encaminhada ao Exmo. Sr. Ministro da Saúde da Presidência da República, sugerindo o estudo de viabilidade para a criação de um Programa Nacional de Atenção à Saúde das Pessoas Portadoras de Epilepsia, nos mesmos moldes do Paspe-BH.

“Apesar de termos avançado muito no que tange à questão legal, precisamos ampliar esse trabalho para que as pessoas que convivem com a epilepsia tenham uma vida mais saudável e livre da segregação e preconceitos, especialmente nas relações de trabalho.” ressalta a Vereadora.

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